A dama acende um cigarro,
Sopros para longe, sem arrependimento.
Dá uma olhada em volta, sem arrependimentos, sem arrependimentos.
Estica-se como galhos de álamo.
Ela diz: "eu sou livre!"
A dama acende um cigarro,
Sopros para longe, e o inverno chega.
E ela esquece.
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