"Engraçado, hoje durante a amanhã me surpreendi quando coloquei a mão n'água...mesmo sabendo que ela estaria fria...
Senti tudo por dentro se queimar com o toque frio
Você sente frio e por dentro queima... é como se uma parte de vc estivesse vindo e indo com a dor Sério, isso foi a pior coisa que senti.
É que o frio, olhando de outro ângulo, me abala.
Estou cansada de sentir frio. Estou cansada de sentí-lo toda vez. Seja no inverno ou verão. Seja com pessoas ou não."
Jessie, identificay. rs
É, eu também odeio frio, e passo o inverno todo reclamando. Frio é chique, mas só pra quem vê.
quinta-feira, 19 de junho de 2008
segunda-feira, 16 de junho de 2008
[ajornadadesophie, by lauana]
- Lauu diz:
Parece que a vida começou agora?
É. Era aquilo, mas também não era.
Ela tentou fechar os olhos querendo se esconder.
Alías, não havia o que olhar.
Tá.. havia.
Havia um moreno claro de oceânicos olhos cor de chá e a própria angústia que não era, ainda, uma angústia.
Por que, para que houvesse a angústia, dois alguéns seriam necessários para sentí-la.
Tudo se deu em pouco tempo.
Assustada e diante a angústia, mentiu sobre o que era e por que era.
Imediatamente ele pegou a sua mão.
Ela, arrependida, decidiu em segredo, então, que não mais era. Mas que seria.
Mesmo condenada por aquelas mistas sensações, não soltou a mão dele nem por todas as cores do mundo e nem mesmo por aquele doce cheiro de caramelo - nada antes a acariciava assim.
Ora, ela se provou certa diante de tudo, abstraiu o agora e seus rastros.
Chegou a achar que aquele momento seria, pra sempre.
E então, a angústia se afastou e se afastou e se afastou.. Até que (...) bang bang..
Uma voz dentro dela cantarolou em Mi bemol: "Sophie, Sophie.. Seria essa uma certeza?"
Muito prazer. q
Parece que a vida começou agora?
É. Era aquilo, mas também não era.
Ela tentou fechar os olhos querendo se esconder.
Alías, não havia o que olhar.
Tá.. havia.
Havia um moreno claro de oceânicos olhos cor de chá e a própria angústia que não era, ainda, uma angústia.
Por que, para que houvesse a angústia, dois alguéns seriam necessários para sentí-la.
Tudo se deu em pouco tempo.
Assustada e diante a angústia, mentiu sobre o que era e por que era.
Imediatamente ele pegou a sua mão.
Ela, arrependida, decidiu em segredo, então, que não mais era. Mas que seria.
Mesmo condenada por aquelas mistas sensações, não soltou a mão dele nem por todas as cores do mundo e nem mesmo por aquele doce cheiro de caramelo - nada antes a acariciava assim.
Ora, ela se provou certa diante de tudo, abstraiu o agora e seus rastros.
Chegou a achar que aquele momento seria, pra sempre.
E então, a angústia se afastou e se afastou e se afastou.. Até que (...) bang bang..
Uma voz dentro dela cantarolou em Mi bemol: "Sophie, Sophie.. Seria essa uma certeza?"
Muito prazer. q
sexta-feira, 13 de junho de 2008
[palavrassoltasparaajornadadesophie]
Sophie não pensou em nada por um momento,
Ou pensou em evitar pensar, apenas seguiu.
Pois o medo a seduzia e a confundia para dizer
Tudo que poderia esquecer.
(...)
Sobre o outro Lado..
Sentindo a mão gelada da menina sobre a sua, evitar pensar havia se tornado inevitável.
Olhou o céu iluminado. Cores e mais cores.
Tons de roxo, tijolos verdes.
A imensidão lilás acima dele fazia brilhar o roxo dos cabelos da menina ao seu lado, tudo refletia em seus olhos cor de chá.
(...)
Ele era jovem na frieza
Sem considerar o custo de seus sentimentos
No momento em que eles foram sentidos.
Mas enquanto bebe os pensamentos
Ela lembrará de você
Talvez amanhã.
Trancado dentro de suas voltas ele saberia
Que não estava ali por acaso.
O conto de fadas estava escalando a montanha alto demais.
Colorindo os fatos
Com sua mão leal.
(...)
E ela tentou tanto
Ir para longe do lugar de encontro
Mas o coração dela a deixou lá.
Ela se agarra à consciência dele.
Ele teme que ela o aguarde em sonhos
Para arrastá-lo de volta para o lugar de encontro
O amor dele partiu para lá
Onde as vozes ainda ecoam.
Lá ele estava, a soar notas dobradas em envelopes.
Certamente alguém estaria a ouvir.
Ele pensou que havia aprendido como não estar perturbado.
De notas dobradas em envelopes..
Brincou como palhaços tolos
Deixando a tensão de lado,
Construindo sons silenciosos.
E eles vagaram pelos tijolos verdes
Bancando os tolos?
Não, isso não seria coerente, eles se deixaram seguir.
Eles sabiam que o tempo viria
Sabe, o tempo seria um tanto cruel.
Apenas porque ele é cruel para todos.
O tempo lentamente caminha em preto e branco, abaixo de seus passos.
Se escondendo dele mesmo.
Tão bem quanto qualquer outro faria.
Sem uma missão.
Sua face se tornou 'emprestada'.
Seria essa a única certeza de que teriam?
Cheiro de caramelo.. balas de caramelo
Sorrateiramente se esguiando pelo lilás que as cobria.
Aromas que inevitavelmente seguiam direto para o coração.
Não poderiam escapar-lhe caso quisessem viver.
Parece que a vida começou agora.
Ou pensou em evitar pensar, apenas seguiu.
Pois o medo a seduzia e a confundia para dizer
Tudo que poderia esquecer.
(...)
Sobre o outro Lado..
Sentindo a mão gelada da menina sobre a sua, evitar pensar havia se tornado inevitável.
Olhou o céu iluminado. Cores e mais cores.
Tons de roxo, tijolos verdes.
A imensidão lilás acima dele fazia brilhar o roxo dos cabelos da menina ao seu lado, tudo refletia em seus olhos cor de chá.
(...)
Ele era jovem na frieza
Sem considerar o custo de seus sentimentos
No momento em que eles foram sentidos.
Mas enquanto bebe os pensamentos
Ela lembrará de você
Talvez amanhã.
Trancado dentro de suas voltas ele saberia
Que não estava ali por acaso.
O conto de fadas estava escalando a montanha alto demais.
Colorindo os fatos
Com sua mão leal.
(...)
E ela tentou tanto
Ir para longe do lugar de encontro
Mas o coração dela a deixou lá.
Ela se agarra à consciência dele.
Ele teme que ela o aguarde em sonhos
Para arrastá-lo de volta para o lugar de encontro
O amor dele partiu para lá
Onde as vozes ainda ecoam.
Lá ele estava, a soar notas dobradas em envelopes.
Certamente alguém estaria a ouvir.
Ele pensou que havia aprendido como não estar perturbado.
De notas dobradas em envelopes..
Brincou como palhaços tolos
Deixando a tensão de lado,
Construindo sons silenciosos.
E eles vagaram pelos tijolos verdes
Bancando os tolos?
Não, isso não seria coerente, eles se deixaram seguir.
Eles sabiam que o tempo viria
Sabe, o tempo seria um tanto cruel.
Apenas porque ele é cruel para todos.
O tempo lentamente caminha em preto e branco, abaixo de seus passos.
Se escondendo dele mesmo.
Tão bem quanto qualquer outro faria.
Sem uma missão.
Sua face se tornou 'emprestada'.
Seria essa a única certeza de que teriam?
Cheiro de caramelo.. balas de caramelo
Sorrateiramente se esguiando pelo lilás que as cobria.
Aromas que inevitavelmente seguiam direto para o coração.
Não poderiam escapar-lhe caso quisessem viver.
Parece que a vida começou agora.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Lady
A dama acende um cigarro,
Sopros para longe, sem arrependimento.
Dá uma olhada em volta, sem arrependimentos, sem arrependimentos.
Estica-se como galhos de álamo.
Ela diz: "eu sou livre!"
A dama acende um cigarro,
Sopros para longe, e o inverno chega.
E ela esquece.
Sopros para longe, sem arrependimento.
Dá uma olhada em volta, sem arrependimentos, sem arrependimentos.
Estica-se como galhos de álamo.
Ela diz: "eu sou livre!"
A dama acende um cigarro,
Sopros para longe, e o inverno chega.
E ela esquece.
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